terça-feira, 11 de setembro de 2007

Tarefa espinhosa

Ontem lembrei-me que em tempos idos fiz colecção de cactos. Foi já há muito, muito tempo, antes de ir estudar para a universidade, altura em que os pobres ficaram entregues aos cuidados da minha mãe. Ora a minha mãe não herdou as "mãos verdes" da minha avó e por muito boa vontade que tivesse acabou por me matar a maior parte dos cactos (suspeito que por excesso de boa vontade, porque se os tivesse deixado entregues a si certamente os pobres sobreviveriam). Mais tarde quando me mudei para o campo trouxe o que restava da colecção, cheio de boas intenções e planos para fazer um jardim de cactos e alargar cada vez mais a colecção. Foi por essa altura que deu entrada para a família um certo canideo de nome "B" que durante a sua infância foi conhecido pelos seus caprichos gastronómicos...E foi o fim dos cactos. Os que sobraram foram remetidos para cima da casota do cão (onde ele não os alcançava) e, durante 7 anos, nunca mais me lembrei deles.
Até ontem, quando me lembrei de ir ver o que era feito deles. Alguns morreram, mas para minha surpresa ainda lá estavam 8. Não estavam no seu melhor, é certo, mas estavam vivos.














Resolvi pegar neles, e dar-lhes uma segunda oportunidade (agora que o cão ganhou juízo).
Mudei-os para vasos maiores, com terra decente e agora estão no terraço.


2 comentários:

Greenman disse...

Já estavam a precisar...

Jardineira aprendiz disse...

!!! Como é que ele conseguia?!!!
Estranhos hábitos!